quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
Com quantos 'Ds' se faz uma mudança
Desde
a época do homem das cavernas até os atuais dias de conhecimentos quânticos, o
ser humano é convidado a modificar seu comportamento e sua forma de ver suas relações
com o mundo em que vive e com as pessoas com quem convive. Antes, sua
preocupação maior era a tarefa de caçar e manter-se vivo. Hoje, talvez seu
maior trabalho seja não morrer de preocupação. Mudar é tão crucial na
existência humana, quão entretecido é seu processo, exigindo que os mais
corajosos trilhem em dimensões conhecidas, mas pouco exploradas. Dentre elas,
algumas empreendem mais afinco:
Desapego - Porque nós - seres cheios de pensamentos rebuscados, associações sofisticadas e sentimentos procrastinados, insistimos em querer mudar ou que as pessoas mudem de uma hora para outra? Renunciarmos a apresentações de resultados rápidos, abnegarmo-nos da pressa das aparências e simplesmente, nos desapegar são decisões fundamentais para que uma mudança nos transforme de fato. Além de ser o que pensamos, somos quem nos apegamos a ser.
Disposição – É preciso querer fortemente a mudança e suas consequências. Querê-las acima do nosso orgulho, dos traiçoeiros hábitos da comodidade e do conformismo pressupõe ânimo inabalável em nos superarmos. Somente avançamos a partir do alto da nossa disposição, aonde nossas vontades produzem resultado e convencem nossas limitantes resignações, porque nossos caprichos e resistência em continuar sendo do jeito que somos poderão apenas nos conduzir ao lugar em que sempre estivemos.
Disciplina – Mesmo dispostos, podemos encontrar vários tipos de auto sabotagens, sendo uma das mais ardilosas a falta de disciplina. Segundo Stephen R. Covey, em seu livro O 8º Hábito, a disciplina ‘Aceita os fatos inflexíveis, brutais, das coisas como elas são’. O esforço contínuo e focado evita outras distrações danosas no caminho, que podem nos fazer perder o rumo e o autocontrole - as críticas preconceituosas e as autocríticas obsessivas.
Direção – Então, é pertinente escolher um lugar seguro pra ir e voltar, que nos leve diretamente ao melhor que há em nós. Da mesma forma, o que nos mobiliza deve ser exclusivamente nosso. Saber por quem, pelo que e porque mudar assemelha-se a ter coragem, pois mesmo sentindo medo prosseguiremos em busca de algo maior.
Diálogo – Contar com quem não apenas nos interpreta, compreende nosso esforço em superar o que somos e nos aceita assim, facilita nosso progresso. Tão importante quanto, é o diálogo interno, pois estas duas práticas aliadas nos levarão mais eficazmente aos reais motivos da necessidade de mudar.
Dor – Dessas conversas surgirá a descoberta de algo muitas vezes camuflado, justamente pelas características que precisam ser mudadas – a dor, a qual expia-nos de tal forma que nos induz a ser quem queremos mudar. A dor nos aprisiona em comportamentos, desde defensivos a falsamente generosos, e além de nos arranjar as piores consequências, dedica-nos os melhores ensinamentos.
Deus – Se vencidos pelo antônimo dessas dimensões, ou se muito melhor, conseguirmos nos vencer, nas duas hipóteses, Deus nos fará lermos, mesmo que em linhas tortas, como conseguimos ou deixamos de conseguir o que quisermos pela intensidade da nossa fé. Muitos dos nossos medos, dores e dilemas são fruto da falta de sentido e autoridade interna.
Enfim, mudarmos contínua e significativamente exige muito mais do que aprender a atuar no teatro social com interações habilidosas, gestos, expressões e performances ditas empáticas. Mudança de verdade, em especial a comportamental, é um trabalho árduo com o qual poucos querem se comprometer, porque requer movimentos internos pouco reconhecidos e independentes de aceitação e tempo alheios, permitidos apenas em gente aguerrida, competente, firme de seus propósitos e humilde em admitir seus desacertos.
Desapego - Porque nós - seres cheios de pensamentos rebuscados, associações sofisticadas e sentimentos procrastinados, insistimos em querer mudar ou que as pessoas mudem de uma hora para outra? Renunciarmos a apresentações de resultados rápidos, abnegarmo-nos da pressa das aparências e simplesmente, nos desapegar são decisões fundamentais para que uma mudança nos transforme de fato. Além de ser o que pensamos, somos quem nos apegamos a ser.
Disposição – É preciso querer fortemente a mudança e suas consequências. Querê-las acima do nosso orgulho, dos traiçoeiros hábitos da comodidade e do conformismo pressupõe ânimo inabalável em nos superarmos. Somente avançamos a partir do alto da nossa disposição, aonde nossas vontades produzem resultado e convencem nossas limitantes resignações, porque nossos caprichos e resistência em continuar sendo do jeito que somos poderão apenas nos conduzir ao lugar em que sempre estivemos.
Disciplina – Mesmo dispostos, podemos encontrar vários tipos de auto sabotagens, sendo uma das mais ardilosas a falta de disciplina. Segundo Stephen R. Covey, em seu livro O 8º Hábito, a disciplina ‘Aceita os fatos inflexíveis, brutais, das coisas como elas são’. O esforço contínuo e focado evita outras distrações danosas no caminho, que podem nos fazer perder o rumo e o autocontrole - as críticas preconceituosas e as autocríticas obsessivas.
Direção – Então, é pertinente escolher um lugar seguro pra ir e voltar, que nos leve diretamente ao melhor que há em nós. Da mesma forma, o que nos mobiliza deve ser exclusivamente nosso. Saber por quem, pelo que e porque mudar assemelha-se a ter coragem, pois mesmo sentindo medo prosseguiremos em busca de algo maior.
Diálogo – Contar com quem não apenas nos interpreta, compreende nosso esforço em superar o que somos e nos aceita assim, facilita nosso progresso. Tão importante quanto, é o diálogo interno, pois estas duas práticas aliadas nos levarão mais eficazmente aos reais motivos da necessidade de mudar.
Dor – Dessas conversas surgirá a descoberta de algo muitas vezes camuflado, justamente pelas características que precisam ser mudadas – a dor, a qual expia-nos de tal forma que nos induz a ser quem queremos mudar. A dor nos aprisiona em comportamentos, desde defensivos a falsamente generosos, e além de nos arranjar as piores consequências, dedica-nos os melhores ensinamentos.
Deus – Se vencidos pelo antônimo dessas dimensões, ou se muito melhor, conseguirmos nos vencer, nas duas hipóteses, Deus nos fará lermos, mesmo que em linhas tortas, como conseguimos ou deixamos de conseguir o que quisermos pela intensidade da nossa fé. Muitos dos nossos medos, dores e dilemas são fruto da falta de sentido e autoridade interna.
Enfim, mudarmos contínua e significativamente exige muito mais do que aprender a atuar no teatro social com interações habilidosas, gestos, expressões e performances ditas empáticas. Mudança de verdade, em especial a comportamental, é um trabalho árduo com o qual poucos querem se comprometer, porque requer movimentos internos pouco reconhecidos e independentes de aceitação e tempo alheios, permitidos apenas em gente aguerrida, competente, firme de seus propósitos e humilde em admitir seus desacertos.
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11:06
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sábado, 12 de novembro de 2011
O que nos falta
de nós mesmos,
perdidos, caídos
ao acaso dos fatos,
nas coincidências das atitudes.
Lá e acolá perdemos resquícios
de nós mesmos,
mortos, já esquecidos,
ao descaso da lembrança,
ao descuido da memória.
São vestígios de mudança.
São resquícios de uma história.
Vivemos perdendo pessoas e oportunidades.
Perdemos vivendo oportunidades e pessoas.
E sem percebermos, assim, encontramo-nos.
Procuramos a solução da vida
na distância, a esmo,
sendo que temos
tudo o que quisermos em nós mesmos.
Temos a inércia e a emoção,
a dúvida e o esclarecimento,
a busca e o acontecimento.
Temos tudo, da vida à razão.
Temos até de Deus e Lúcifer o conhecimento.
O que nos falta somos nós mesmos!
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ANGELITA
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10:25
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Trato secreto
Atenção! O Ministério do Bom Senso adverte: Ler este 'Trato', ao som da música acima, é altamente prejudicial a um coração apaixonado e sem rumo."
Vamos fazer um trato?
Você finge que não entendeu ainda o que se passa,
e eu finjo que não sei o que estou dizendo, nem sentindo.
Assim, deixamos para ver como é que fica,
e não nos incomodamos com nossas revelações. Fechado?
As demais cláusulas são as seguintes:
1ª) Por mais que quando te encontrar, meu coração quase venha a saltar pela boca, e eu ficar te olhando com cara de paisagem, me roendo por dentro de vontade de roçar meu rosto no teu rosto, deslizar meus dedos pelos teus cabelos e me inebriar com teu cheiro: Ignoremos.
2ª) Por mais que você esteja nervoso e louco para perguntar e falar sobre o que está acontecendo, às claras saber dos meus sentimentos, ver até onde pode ir com os teus, e querer me desnudar a alma só com tua proximidade: vá embora, fuja, invente um compromisso de última hora.
3ª e última) Dadas as circunstâncias igníferas de desejos velados, meias palavras que falam demais, desconhecimento de ambas as partes do que fazer, e mesmo que a vontade de te abraçar seja tão grande que me leve às lágrimas por não poder, e que teu olhar quase me atropele de tanto significado: vamos agir como se nada esteja acontecendo.
Disposições gerais: Fica eleito o foro do tempo que a vida der, para decidir o que acontecerá nas próximas cenas deste imaginário.
Esse trato ficará registrado nas percepções mais perspicazes, que não terão o direito de se manifestar, visto que as partes não autorizam nem a elas mesmas.
Angelita M. Schifelbein – direitos autorais reservadíssimos
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Se eu puder
Se eu puder ver
através dos teus olhos
e desvendar todo
esse desconhecido,
talvez meus dias
passem tão depressa
que quando eu perceber
já os tenha perdido.
Se eu puder transmitir
minha vontade
e fazer com que ela
se transforme na tua,
talvez meus anos
passem tão lentos,
quebrando esquinas
das tuas ruas.
Talvez meus anos
sejam tão intensos,
que atravesse oceanos
sendo só tua!
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11:57
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Da Maçã
Of The Apple
Da maçã, a vitamina para os dentes
de uma vida que se fez
Da maçã, o vermelho no rosto
da menina - timidez
Da maça, o branco,
pensamento sufocado
Da maçã, o gosto do beijo,
o cheiro do amor
e o símbolo do pecado
e o símbolo do pecado
grama do pensamento cru
Da maçã sem a casca,
a beleza de um corpo nu
Da maçã, minha metade
perdida ao teu encontro
Da maçã, minha própria vida
achada em desencontros
Da maçã, a lei Divina
que vezes condena, vezes ensina
Da maçã queima indeciso o ritual,
fogo do bem, fagulhas do mal
Da maçã muitas sementes
semeadas soltas em minha mente
Da maçã, minha colheita,
ora ruim, ora perfeita!
(Do baú do meu tempo, há treze anos...)
(Do baú do meu tempo, há treze anos...)
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ANGELITA
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12:07
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Uma noite de sol (A night of sun)
Numa noite de sol,
o plano de fundo é uma tábua
da minha construção,
da minha construção,
e o relevo do cenário idealizado
são as cascas de uma amora
que não foi derrubada.
Numa noite de sol,
quando olho pro céu
as nuvens brilham um azul 'glitter'
e o sol é prateado com a via láctea,
tendo as mesmas purpurinas das nuvens,
porém mais finas.
Quando desço meus olhos,
a casa tem portas e janelas da cor do eterno.
Suas paredes são de princesa
e o telhado é puro conhaque sob reflexos rosados.
À esquerda vejo um vaso cor de uva,
com duas flores do que foram flores,
um caule do que foram galhos,
folhas estilizadas do que foram raízes
e mais uma flor caída.
À direita está meu fiel amigo,
de um negro colorido
que não existe.
Está envolto de diamantes
e brinca com seu círculo azul indefinível.
Mais à direita uma árvore também foi lapidada,
mas está mais natural
e sua copa é de um verde
que eu não sei.
que eu não sei.
Descendo um pouco o olhar
o chão está coberto de folhas secas,
tem nuances esverdeadas
e douradas sob verniz,
e douradas sob verniz,
e antes que o dia amanheça
deixo algo que ainda não fiz.
Numa noite de sol,
o amor gagueja ao escuro,
sobre o mar da minha cama
reclama das horas,
me dá conchinha e sem demora
pega minha mão para dormir.
Assim, eu me supero e adormeço.
So, RISE ABOVE I and i fall asleep.
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ANGELITA
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11:41
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Alimente sua alma
Às vezes, tornamos tudo tão maior
do que realmente é.
Fica difícil até
ouvir nossa própria voz
pedindo para nos cercarmos de amor
e deixarmos de alimentar nossas dores!
Cerque-se de amor... alimento essencial da alma.
Se não tem de alguém,
quem sabe seja para aprender a receita do seu
e a usar os ingredientes do céu.
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ANGELITA
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17:11
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
Limites
Para vencer na vida
não leve muito a sério
os limites impostos e o impossível.
![]() |
Para vencer a si mesmo,
levar a sério
seus limites é imprescindível.
Não se trata de saber
Não se trata de saber
que pode ir mais longe,
e sim de compreender
porque estaca diante deles.
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ANGELITA
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12:54
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Poderes de quem acredita
Não se acredita no poder das palavras
até virarem realidade.
Não se acredita na certeza da voz interior
até se descobrir que ela estava certa.
Não se acredita no potencial das pessoas
até provarem que conseguem...
Não se acredita no poder de um povo
até que ele mude um país.
Não se acredita no poder da tinta
até que pinte uma cor.
Não se acredita no poder do amor
até que ele seja o motivo para ser feliz.
Não se acredita no poder do agora
até que ele vire sucesso.
Não se acredita no poder das horas
até que virem passado.
Não se acredita no poder da fé
até que ela seja a única coisa que reste.
Não se acredita que a onda do mar não ande reta
até que se estude seus movimentos circulares.
Não se acredita em 'santo de casa'
até que ele faça seu milagre!
A palavra, a voz interior, o potencial das pessoas,
o povo, a tinta, o amor, o agora, as horas,
a fé, os movimentos circulares, e o 'Santo de Casa'
são poderes de quem acredita.
domingo, 4 de setembro de 2011
Amigos são de Deus
Quem os tem sabe seu valor
e seus valores também.
Contam-nos suas histórias,
salvam-nos a vida e o dia,
nos dão de volta alegrias .
Sonham conosco seus sonhos e os nossos.
Fazem do nosso partido o seu.
Nos arrepiam com suas experiências
e nos consolam chorando com as nossas.
Nos fazem melhores que somos,
nos deixam melhores que estamos,
nos ‘botam pra cima’
quando pro chão olhamos.
Nos fazem felizes
de alma e coração.
Nos emprestam suas coisas,
não nos deixam sozinhos,
muito menos na mão!
São leais, se doam,
são assim os meus.
Amigos... não são sabão,
dizem coisas boas,
Amigos... são de Deus!
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ANGELITA
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22:37
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domingo, 17 de julho de 2011
Estrada dos versos
As vezes me afasto...
dos versos,
minhas rimas interiores
não me dão muita conversa.
E os diálogos
externos
falam mais alto,
em silenciosos passos
rumo aos humores.
terça-feira, 21 de junho de 2011
'Goodbye' a look.
Um olhar que reflete seus motivos decide não se importar mais.
A look that reflects your reasons ... decides not to import more.
Therefore, no meaning to splash statements that
no longer expectthe best in people and have had all of life...
Where's the charm?!
![]() |
| A vida é vista de muitos 'prismas' ... Mas, abelha é maior que pássaro?! |
quarta-feira, 1 de junho de 2011
O som da música (The sound of the music)
Desde o início dos tempos pela trombeta dos anjos no firmamento,
até o fim dos nossos dias pela voz da consciência,
a música nos reverencia, edifica e acalenta!
Ao som de uma música fica mais fácil lembrar ... (em breve +)
terça-feira, 19 de abril de 2011
Recomece todos os anos
'And all my life starts, starts now'... or tomorow...
ou no meu aniversário, onde recomeço todos os anos
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ANGELITA
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18:42
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
Ganhos secundários
Apelos, confrontos inventados,
jogos de poder, enigmas imaginados
- ganhos secundários
e atenção torta
que a alma anseia dela mesma!
domingo, 27 de março de 2011
O triste não é 'se achar'...
...é pensar que é.
Megalomania é o nome disso?
Não. O nome é mais simples,
mas bem mais complexo
que a convexa aparência mostra.
É a côncava insegurança
que recolhe as pessoas
ao espaço que não têm
e querem provar que ocupam.
Um nível seguro de percepção espacial?
Quanto de amor possui
nas reservas de ser você mesmo?
Parecer não é.
Se é, não precisa provar.
quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
Olhe nos olhos
Olhando nos seus olhos eu aprendi a me enxergar
e descobri o medo que eu tinha de lhe encarar,
que não vinha de você, nem do seu jeito de olhar.
Era da minha visão interna e da forma de me amar.
Hoje lhe encaro de frente e não quero desafiar...
segunda-feira, 21 de março de 2011
Não dependa de ninguém!
A menos que você seja criança... Não dependa de ninguém,
nem financeiramente, nem emocionalmente.
Baste-se. E pra quem lembrar que ninguém é uma ilha...
Realmente: Ilha é um prolongamento do relevo estando numa depressão absoluta preenchida por água em toda a sua volta. Já pessoa... você sabe quem é?!
As únicas pessoas que eu me autorizo a depender são de Deus e de mim mesma.
Então, há quem eu ame, para quem eu trabalhe, escreva,
com que eu conviva, admire, ignore, antipatize, chore, sorria, ...
"Cada um tem de mim o que cativou. E cada um é responsável pelo que cativou.
Não suporto falsidade e mentira. A verdade pode machucar,
mas é sempre mais digna." (Charles Spencer Chaplin)
quinta-feira, 17 de março de 2011
Cercar um(a) gato(a) ... você é inteligente pra isso?
Prever caminhos... prender ... se surpreender. Acesse e faça o teste!
http://www.gamedesign.jp/flash/chatnoir/chatnoir.swf
http://www.gamedesign.jp/flash/chatnoir/chatnoir.swf
segunda-feira, 14 de março de 2011
Quem escolhe?
Se não fosse o quase... tudo era uma questão de escolha, inclusive o caminho!
Os porquês do quase? São de Deus.
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Sentindo o caminho
Se quiser ser ou algo,
sinta o que quer,
inclusive o cheiro
das flores que não tem.
Parte do caminho
já estará percorrido.
domingo, 13 de março de 2011
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